terça-feira, 4 de outubro de 2011

Foto / Poema - Lágrima de São Francisco


Viria no tempo, em glória,
da longínqua Assis,
a sublime vitória,
a lágrima que um dia eu quis.
Chuva por dentro,
dor sem lamento,
conquista de herói
que a renúncia constrói.
Flor de amor calado,
jeito de amar herdado,
desconfiança para quem não crê,
entrega sincera que pouco se vê.
Virtude que se expande e não sofre
intima alegria de cofre;
exemplo de pureza a seguir,
amar sem nada pedir.
Viver sem nunca morrer
um amor assim franciscano,
santificado e humano
do céu na Terra a crescer.




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