Há tempos eu a observo,
frondosa e imponente,
generosa e contente
à beira do rio.
Sempre refrescante sombra.
Às vezes o vento vem e lhe beija.
Você enverga e não tomba.
Capricho de Deus nas alturas
de natureza verdejante.
Enfeita a ponte e a cidade,
E deixa a paisagem exuberante.
Quantos reparam ao passar por ti?
De carro, de ônibus, de moto, ou a pé.
Quantos olhares perdidos, olhares sem fé.
Sou grato por fazer tal caminho.
Pelo cruzamento das ruas que me faz parar.
Pela reflexão de um instante, segundos.
Pela frase muda que me faz pensar.
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