segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Noite sem fim










Foi uma aventura, um pesadelo! Nem tanto.
Erramos o caminho, mas Cristóvão ajudou. Um santo!
Aquele dia foi estranho, e foi de angustia estressante.
Mas nada é por acaso, como sempre se nota adiante.

Um mar de carros, e de pistas-ondas gigantes,
e nós ali, num barco singelo, simples navegantes.
Sob pressão, muita correria, alta velocidade.
Era São Paulo, a cidade maior, “calamidade”.

Perdidos na ida, perdidos na volta, visita-passeio na casa da tia.
De manhã foi um pouco mais fácil, chegamos logo ao destino, Interlagos.
Mas pra voltar, logo à noitinha, com tanta chuva quase nada se via.
Foi preciso muita reza, pilotagem e pulso, a proeza dos magos.

Mas minha mulher conseguiu, e pro interior retornamos.
A experiência valeu, e pra lá novamente nem sei quando nós vamos.
De tudo fica a lição: de como é bom estar onde sempre moramos,
a cidade pequena, nosso ritmo de vida, a tranqüilidade que amamos.

Um comentário:

  1. Também tive a mesma sensação , não me acostumaria numa cidade como São Paulo, e olha que nem passei por nenhum transtorno. Daqui do Guaçu só se for para uma cidadezinha bem acolhedora para poder morar. Mas vale a experiência né?

    Márcia

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