terça-feira, 20 de novembro de 2012

Sou negro, quero liberdade !


 

Da veias D’África o negro saiu

Deixando pra trás mulheres e crianças

Os quais jamais os veria outra vez

Na sua bagagem apenas lembranças

De um tempo que não volta mais

Pra terras distantes em mares navegou

Caminhos abertos em alto mar

Feridas na alma

Pra não mais fechar

Presos e acorrentados

Muitas lágrimas e gemidos

Açoitados e castigados

Nas senzalas machucados e feridos

Hoje luto por igualdade

Nas senzalas da sociedade

Porque sou cidadão

Quero liberdade.

 
Cledineia Carvalho Santos Jaguaquara - BA.
Foram filhos sem pais vendidos nas feiras
Casais separados sem saber a fronteira
Molambos nas peles de sacos as vestes
Chitão estampado somente nas festas

E as negras belas cobiças do senhor
Usavam abusavam geravam bem mais
Os filhos negados ser escravo era sina
Sem saída a menina obedecia demais

Nas feiras vendidas olhavam-se os dentes
Garantia de saúde robustez dessa gente
Já vinham da África muitas vezes vendidos
Por tribos inimigas do país esquecido

A mulher do senhor mandava arrancar
A bela dentadura na brancura ao mostrar
Que agradava ao senhor em sorriso belo
Vingando o ciúme pela jovem vil prelo

A luta foi imensa a liberdade chegou
Nos Palmares a morte Zumbi encontrou
Custaram a entender que na pigmentação
Há o mesmo coração sentimento emoção.

Sonia Nogueira *songueira*

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61496#ixzz2ClMWAkvq
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Foram filhos sem pais vendidos nas feiras
Casais separados sem saber a fronteira
Molambos nas peles de sacos as vestes
Chitão estampado somente nas festas

E as negras belas cobiças do senhor
Usavam abusavam geravam bem mais
Os filhos negados ser escravo era sina
Sem saída a menina obedecia demais

Nas feiras vendidas olhavam-se os dentes
Garantia de saúde robustez dessa gente
Já vinham da África muitas vezes vendidos
Por tribos inimigas do país esquecido

A mulher do senhor mandava arrancar
A bela dentadura na brancura ao mostrar
Que agradava ao senhor em sorriso belo
Vingando o ciúme pela jovem vil prelo

A luta foi imensa a liberdade chegou
Nos Palmares a morte Zumbi encontrou
Custaram a entender que na pigmentação
Há o mesmo coração sentimento emoção.

Sonia Nogueira *songueira*


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=61496#ixzz2ClMO8RIX
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Foram filhos sem pais vendidos nas feiras
Casais separados sem saber a fronteira
Molambos nas peles de sacos as vestes
Chitão estampado somente nas festas

E as negras belas cobiças do senhor
Usavam abusavam geravam bem mais
Os filhos negados ser escravo era sina
Sem saída a menina obedecia demais

Nas feiras vendidas olhavam-se os dentes
Garantia de saúde robustez dessa gente
Já vinham da África muitas vezes vendidos
Por tribos inimigas do país esquecido

A mulher do senhor mandava arrancar
A bela dentadura na brancura ao mostrar
Que agradava ao senhor em sorriso belo
Vingando o ciúme pela jovem vil prelo

A luta foi imensa a liberdade chegou
Nos Palmares a morte Zumbi encontrou
Custaram a entender que na pigmentação
Há o mesmo coração sentimento emoção.

Sonia Nogueira *songueira*


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