segunda-feira, 4 de março de 2013





 

Escritor de outros escritores,
emprestou sua grafia, seus labores
para a obra da vida sem fim.

Abnegado, cândido, bendito.
Um mundo novo e espiritual
por sua mão foi escrito.

Semeador da vida e da esperança,
da alegria nos lares,
do olhar doce da criança.

Trabalhador incansável
do evangelho de Cristo,
homem e anjo, era misto.

Nem mesmo dono de si,
nem de outra posse qualquer.
Perdoe a singela homenagem,
querido amigo, querido Chico Xavier.

André L. Machado

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