A mata que se estende à beira-rio
refresca-o no calor,
aquece-o no frio.
Verde robusto que dia e noite o colore,
entrega-se nas cheias para que ele se escore,
sem que haja o seu transbordar.
No passeio matinal pela ponte,
abaixo de nós ela se esconde,
serva humilde das águas.
Cílios do rio a piscar para mim
quando por ali eu passo.
Quando
invento um poema,
onde algo de minhas forças refaço.
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