sexta-feira, 8 de abril de 2011

A tragédia de Realengo: a morte de crianças inocentes !



Hoje o sentimento é de tristeza,
de profunda perplexidade,
Diante da impotência,
da perda, da fragilidade.

Até onde vai esta onda
de gratuita violência
que assaca contra a vida
de uma criança?

Não dá pra chamar de fatalidade
Diante de um ato inconsequente, 
Talvez imprevisível, atitude psicopata
Talvez planejado, revolta de sociopata

Hoje é um dia de luto profundo
que nem a morte do ser abominável
capaz de cometer crime inominável
há de apagar este sinistro

Como um jovem é capaz de chegar
A um comportamento tão extremo, marcial?
Como a sociedade é capaz de gerar
Um comportamento tão antisocial?

As primeiras informações dão conta
Que o jovem bárbaro não tinha antecedentes criminais
O que teria levado a retornar à antiga escola
E a praticar tamanhas brutalidades, que nem irracionais?

AjAraújo, o poeta humanista, o poeta enlutado pela perda de preciosas vidas humanas, de crianças que foram à escola para aprender, fugir da criminalidade e da droga e encontram a bala que lhes rouba a infância e a juventude.

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