Dos conselhos que ele nunca me deu,
dos raros olhares entre ele e eu,
de uma relação que não aconteceu.
Das brigas que nunca travamos,
das poucas vezes que nos falamos,
da parede que entre nós criamos.
Do tempo que quase nada aproveitamos,
de nenhuma lembrança em que brincamos,
de tudo pra trás que, enfim, nós deixamos.
Da tristeza boa que às vezes eu sentia,
da segurança que a sua presença emitia,
e apesar de tudo, de como a gente vivia.
Saudade que não se mostra aonde vai,
mas que de dentro do meu peito não sai.
Saudades de mim com meu pai.
Um dia quem sabe , conseguiremos ter uma nova oportunidade André, aí quem sabe tudo será diferente.
ResponderExcluirMárcia
ACHO QUE TODOS NÓS SOMOS UM POUCO DESSA POESIA SEM MUITO ACRESCENTAR , SÓ SAUDADES MESMO DAS COISAS QUE A GENTE NÃO VIVEU E AO MESMO TEMPO SEM MÁGOAS, ACHO QUE É ISSO. BEIJOS SANDRA.
ResponderExcluirPra toda saudade existe uma nova esperânça uma nova oportunidade. Como espiritos eternos que somos; são tantas as nossas indas e vindas fazendo do tempo apenas um breve instânte. Um beijo no seu coração meu irmão.
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